Sou Posso Ser

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Ser Posso Ser
“Catalizadora de ambientes”.
Gosto de pensar em mim como uma livre-pensadora, uma polinizadora de mundos, uma netweaver de redes vivas, uma ‘fazedora’ de conteúdos e uma curadora de fluxos de conteúdos.

Quando eu entro em determinados ambientes
como netweaver, uma das minhas atribuições é
fazer com que os “ares” mudem, sejam na interação entre as pessoas, seja no entendimento do que está sendo conversado. Num primeiro momento parece que estou levando o caos para eles, mas é que ao se desvelar o que está ocorrendo, a compreensão sobre conteúdos e intenções vão ficando mais claras e se alinhando.
E isso é particularmente verdade para as comunidades que participo.

Por isso é que quando descobri a Cultura Regenerativa, em 2018, me encontrei.
Tudo e todos precisam, em última análise, se regenerar.

Mas para haver regeneração é necessário que se enxergue o que deve ser regenerado, e como.
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Ver http://mthamaral.com.br/mth/about/sou-posso-ser/catalizadora-de-ambientes/
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“Co – guardiã e caminhante de utopias”.
Li um artigo que me inspirou a escrever e pensar sobre utopias e sonhos, e percebi que basicamente me sinto uma guardiã, e caminhante, de utopias.
Se utopia é o que move nossos passos e nossos sonhos em direção a um horizonte, sem sair da realidade, eu quero ser uma uma facilitadora, uma guardiã e uma caminhante disso, junto com quem sonha.

E sou cada vez mais minha própria guardiã em minha caminhada.

Isso é essencial para mim e creio que faz MUITA diferença quando se lida com comunidades, grupos e com Cultura Regenerativa.
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Ver http://mthamaral.com.br/mth/about/sou-posso-ser/co-guardia-e-caminhante-de-utopia/
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“Experimentadora de inovações e recombinações”.
Ao contrário da assessoria e da consultoria, aqui as ações são mais experimentais, as pesquisas são mais intensas, as observações e as associações menos
vinculadas a resultados imediatos.

Eu divido, para este tipo de análise, ações de 1) experimentação, de 2) inovação, 3) “mundo real” e 4) “mundo que demora a mudar”.

O da experimentação seria de sonhadores-experimentadores, experimentam coisas, não importando se vão passar aos patamares posteriores, o conhecimento é muito transdisciplinar,com várias e novas interfaces e onde as áreas de conhecimento e atuação se misturam muito e onde vários mundos, multiversos convivem.

O de inovação seria de pensadores, aplicadores, que são “early adopters”, experimentam coisas pensando em empreendimentos, em inovação tecnológica e em menor escala, inovação social, o conhecimento navega entre o transdisciplinar e o multidisciplinar, com interfaces entre empreendedores, empresas, etc., e que contemplam mundo em transformação, empreendimentos inovadores tecnológicos e sociais.

O de “mundo real” seria o mundo médio, de “medium adopters”, “hipsters”, que tem acesso a sensibilização, conscientização geralmente via midias digitais e sociais,o conhecimento navega entre o multidisciplinar a pluridisciplinar, sua interface é com o mundo.

O do “mundo que demora a mudar” é onde ocorre por último as mudanças de modelo de mundo, é o mundo tradicional, “normal”, e quando muda é porque o modelo de mundo no geral mudou. O conhecimento navega entre o disciplinar e o pluridisciplinar. Nesta faixa ele fica em silos. E sua interface é com o mundo do conhecimento do “senso comum”.

A proposta, aqui, é navegar em áreas de experimentação, fazendo “think tanks” profundos e não óbvios.

Ver mais em https://lecorelaboratorio.wordpress.com/sobrelecore/e-dai-longo/
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Também ver http://mthamaral.com.br/mth/about/sou-posso-ser/experimentadora-de-inovacoes-e-recombinacoes/
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“netweaver e guardiã de redes”.
“Sou uma netweaver, alguém que é generalista (mas que consegue entender especialistas) e que consegue integrar, sintetizar e conectar informações e conhecimentos. E pessoas.”

Gosto de pensar em mim como uma polinizadora de mundos, uma netweaver de redes vivas, uma ‘fazedora’ de fluxos de conteúdos.

Sou uma “explicitadora e tecelã de redes”, ou seja, uma ‘netweaver’, seja com pessoas (explicitando redes, nodos, processos, caminhos, comunidades, redes de redes), seja com informações e seus fluxos (fazendo curadorias e gerenciamento em rede).

Alguém apta a melhorar os processos e fluxos entre pessoas.

E que também consegue conversar com diversas “tribos” de pessoas e “traduzir” conversas transdisciplinares de diferentes campos.

Quem atua neste nível, ajuda os fluxos de informações e conhecimentos entre generalistas e especialistas.

Quem atua nesse nível navega em fronteiras de conhecimento.

Em português, posso chamar de visualizadora, tecedora e guardiã de redes.
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Ver em http://mthamaral.com.br/mth/about/sou-posso-ser/netweaver-e-guardia-de-redes/
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“Integradora de saberes” e uma “netweaver de eventos”..
Uma polinizadora de mundos, uma netweaver de redes vivas, uma ‘fazedora’ de conteúdos e uma curadora de fluxos de conteúdos.

E neste caso aqui, aplicado a eventos.

Diz respeito a ser um elemento de ligação em eventos, no pré, durante e pós eventos.

Pensando em um evento de grupos, em estar em reuniões com equipes organizadoras, participar do eventos e de grupos no eventos, dar feedback durante o próprio evento (se for o caso) e fazer perguntas, dar feedback depois do evento para a equipe organizadora. Tudo isso pode ser de minha área de atuação.

Periodicamente participar de cursos e terapias em um espaço terapêutico e mediar reuniões de discussões
de casos e saberes. E dar feedback sobre tudo à coordenação e aos integrantes. Isso também pode fazer parte de minha área de atuação.

E mesclado a isso tudo, altas doses de complexidades, entendimento de sistemas complexos, inter e
transdisciplinaridade, “navegação” por entre fronteiras do conhecimento e cultura regenerativa.
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Ver http://mthamaral.com.br/mth/about/sou-posso-ser/integradora-de-saberes-e-uma-netweaver-de-eventos/
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“uma netweaver de mediação”.
Uma netweaver de mediação, aqui, é minha proposta de, em conversas entre uma consultoria ou outra prestadora de serviços (que envolva ciência ou tecnologia ou determinados tipos de empreendedorismo), se possa fazer a mediação das conversas entre elas e os clientes.

A ideia é auxiliar ao entendimento e conversas significativas entre as partes.
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Ver http://mthamaral.com.br/mth/about/sou-posso-ser/netweaver-de-mediacao/
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“Integradora de saberes”.
Pensando em um evento de grupos, em estar em reuniões com equipes organizadoras, participar do eventos e de grupos no eventos, dar feedback durante o próprio evento (se for o caso) e fazer perguntas, dar feedback depois do evento para a equipe organizadora. Tudo isso pode ser de minha área de atuação.

Periodicamente participar de cursos e terapias em um espaço terapêutico e mediar reuniões de discussões
de casos e saberes. E dar feedback sobre tudo à coordenação e aos integrantes. Isso também pode fazer parte de minha área de atuação.

Estar em um local de alta tecnologia, participar e interagir em encontros periódicos com uma
facilitadora/mediadora que “fale” o dialeto de “insiders” e de “outsiders”.

E, se necessário, dar “feedbacks” sobre o que ocorreu.

Participar e interagir em grupos de pesquisas básicas: o mesmo que o anterior, só que voltado à ciência e
não necessariamente à tecnologia.

E mesclado a isso tudo, altas doses de complexidades, entendimento de sistemas complexos, inter e
transdisciplinaridade, “navegação” por entre fronteiras do conhecimento e cultura regenerativa.
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Ver http://mthamaral.com.br/mth/about/sou-posso-ser/integradora-de-saberes/
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“mentora de vidas complexas”.
Observei várias e inúmeras vezes que em ambientes de alta complexidade é comum haver entre seus integrantes níveis diferentes de compreensão de conteúdos e de vivências e também observei que é comum este ser o fator que mais pesa quando problemas de comunicação começam a aparecer.

Uma das maneiras de prevenir estes problemas é usar habilidades de uma mentora de vidas complexas.

Isso significa usar as habilidades de alguém que vê esta situação, já passou por várias delas e que pode auxiliar usando sua experiência.
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Ver http://mthamaral.com.br/mth/about/sou-posso-ser/mentora-de-vidas-complexas/
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“Pensar analógico, pensar digital”.
Uma das minhas habilidades é conseguir explicitar isso.

Um livro é analógico e virtual.
Um site na WEB é digital e virtual.
Uma comunidade de família é analógica e real.
Uma página desta comunidade no Facebook é digital e virtual.
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Ver http://mthamaral.com.br/mth/about/sou-posso-ser/pensar-analogico-pensar-digital/
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“produtora de conteúdo”.
Gosto de pensar em mim como uma livre-pensadora, netweaver de idéias vivas, uma guardiã de utopias, uma ‘fazedora’ de conteúdos.

E gosto de produzir conteúdos.

E também gosto de fazer curadoria e gestão de conteúdos, autorais meus ou não.
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Ver http://mthamaral.com.br/mth/about/sou-posso-ser/produtora-de-conteudo/
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“sensibilizadora de conceitos”.
“concept mentor”
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Gosto de pensar em mim como uma livre-pensadora, uma desveladora de conceitos.

E uma “sensibilizadora de conceitos” (‘concept mentor’), o que faz sentido para quem atua em várias áreas [de interfaces]do conhecimento e com profissionais de vários campos profissionais.

O que é um conceito claro para quem atua em uma determinada área, pode não o ser para quem atua em outra, e isso é algo MUITO sensível em equipes
multi e pluri disciplinares que usam métodos transdisciplinares.

Muitos trabalhos em equipe e em comunidades fracassam por basicamente não ter entre eles alguém que uniformize vocabulários e conceitos.

Uma sensibilizadora de conceitos atua na experiência de sensibilizar o conhecimento para entronizar o que se aprende e apreende.
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Ver http://mthamaral.com.br/mth/about/sou-posso-ser/sensibilizadora-de-conceitos/
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“transdisciplinaridade complexa”.
E uma transdisciplinaridade que envolve complexidade.

É saber que o conhecimento não fica, de fato, estanque em disciplinas ou silos, e que o fluxo de informações e a gestão de conhecimento não é linear.

E saber que se pode desenvolver metodologias que contemplem esta realidade.

Mas que sejam metodologias que não “briguem” com esta realidade, mas que ajudem-na a se manifestar de modo não-reducionista.
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Ver http://mthamaral.com.br/mth/about/sou-posso-ser/transdisciplinaridade-complexa/
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“vivenciar ciência”.
Aqui a ideia, mais que “ensinar” sobre ciências, é fazer pesquisadores e quem trabalha com ciência, a “sentir e vivenciar”, para que o fazer ciência se torne algo
mais natural e mais lógico (ainda que aparentemente se possa achar os dois conceitos antagônicos).

E que surgiu de minha prática em ser orientada em minhas monografias (faculdade de Medicina Veterinária, curso de Homeopatia na Associação
Paulista de Homeopatia e mestrado em História da Ciência/PUC-SP) e em minha tese (doutorado em História da Ciência/PUC-SP), e em ver em cursos de Homeopatia e outros (que fiz e em que participei).

A observação: como uma boa orientação faz diferença na produção de conhecimento.

O fato: se bem conduzida, ela é uma mentoria com uma relação mestre-aprendiz que serve para a vida e para a atuação profissional posterior.

Mas também percebi a utilidade de se ter mais de um orientador, o oficial, um orientador de conteúdo e de diretrizes gerais, e ter alguém (ou uma equipe) acompanhando o grupo de alunos /aprendizes para fazer com que este grupo se sensibilize e “sinta” o fazer científico.

Seria algo diferente da metodologia do trabalho científico, seria um “vivenciar o trabalho científico e a ciência”.

O porquê? Porque acho que a) é um diferencial na construção da ciência em geral, e nas ciências da vida em particular, e b) é uma ação/intervenção que possibilita a construção do conhecimento por profissionais que, ainda que não sejam cientistas no stricto senso , estarão aprendendo como fazer ciência, e c) aprenderão a ter um olhar minimamente cientifico, no seu dia a dia.

Após estudos, práticas, vivências e insights, foi pensada esta complementação baseada na minha vida profissional, que é multidisciplinar e tem uma abordagem transdisciplinar, com ênfase em saúde, história da ciência, aquisição e gestão de conhecimento, gestão de comunidades e em minhas vivências de topografias de redes como netweaver.

Assim como um netweaver “vê e sente” redes, quem vai fazer e produzir nas várias áreas da ciência deve “senti-la e apreende-la”.

Para quem produz ciência, ainda que não vá fazer “o mergulho” que um historiador, um sociólogo, um filósofo da ciência fazem, fazer esta “sensibilização em ciência” melhoraria a qualidade de sua produção e melhoraria exponencialmente, se pudesse experimentar este “mergulho” por um período de tempo.

E isso necessariamente deveria ocorrer em um local onde possam ser montadas equipes multidisciplinares que desenvolvam métodos transdisciplinares para que este “sentir científico” possa ser explorado em toda sua potência.
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Ver http://mthamaral.com.br/mth/about/sou-posso-ser/vivenciar-ciencia/
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