Experimentadora de inovações e recombinações

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Ao contrário da assessoria e da consultoria, aqui as ações são mais experimentais, as pesquisas são mais intensas, as observações e as associações menos vinculadas a resultados imediatos.


Eu divido, para este tipo de análise, ações de 1) experimentação, de 2) inovação, 3) “mundo real” e 4) “mundo que demora a mudar”.


O da experimentação
seria de sonhadores-experimentadores, experimentam coisas, não importando se vão passar aos patamares posteriores, o conhecimento é muito transdisciplinar,com várias e novas interfaces e onde as áreas de conhecimento e atuação se misturam muito e onde vários mundos, multiversos convivem.


O de inovação seria de pensadores, aplicadores, que são “early adopters”, experimentam coisas pensando em empreendimentos, em inovação tecnológica e em menor escala, inovação social, o conhecimento navega entre o transdisciplinar e o multidisciplinar, com interfaces entre empreendedores, empresas, etc., e que contemplam mundo em transformação, empreendimentos inovadores tecnológicos e sociais.


O de “mundo real” seria o mundo médio, de “medium adopters”, “hipsters”, que tem acesso a sensibilização, conscientização geralmente via midias digitais e sociais,o conhecimento navega entre o multidisciplinar a pluridisciplinar, sua interface é com o mundo.


O do “mundo que demora a mudar” é onde ocorre por último as mudanças de modelo de mundo, é o mundo tradicional, “normal”, e quando muda é porque o modelo de mundo no geral mudou. O conhecimento navega entre o disciplinar e o pluridisciplinar. Nesta faixa ele fica em silos. E sua interface é com o mundo do conhecimento do “senso comum”.

A proposta, aqui, é navegar em áreas de experimentação, fazendo “think tanks” profundos e não óbvios.

Ver mais em https://lecorelaboratorio.wordpress.com/sobrelecore/e-dai-longo/
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