Áreas de atuação: Geral

Eu e minhas áreas de atuação e de afetos.

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Estas são áreas em que atuo, tanto em seu sentido mais restrito, quanto na interface (fronteiras) entre duas
ou mais delas.

São áreas de meu interesse ações em rede e suas aplicações ( e implicações) na área da saúde, na área de ciências da informação e em interfaces de ciência – aprendizagem – arte/cultura, com ênfase na chamada “pessoas [geração] interativas“, aplicados em equipes multidisciplinares e em redes/mídias digitais e suas convergências.

E minhas áreas acessórias de atuação.

Todos estes tendo como pano de fundo a experimentação e a inovação.

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Ver “sou posso ser”: http://mthamaral.com.br/mth/about/sou-posso-ser/

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1) Geral

[Eu e minhas Áreas de atuação e de afetos]

Geral – Áreas de Atuação

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2) Consultoria e cia
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[Empreendimentos, inovações e experimentações.]

Este tema abarca o que faço com mais ênfase desde 2010, que é o empreendedorismo social, servidor e regenerativo, com inovação social e tecnológica, em rede, e que necessariamente tenham um viés de cultura regenerativa.

[“disseminar e compartilhar conhecimentos e experiências”]

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3) Saúde e doença

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[“o cuidar de si, do outro e do mundo”]

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A saúde e sua manutenção, as doenças e suas terapias.

A ordem é essa, mas vou iniciar pelas doenças e suas terapêuticas, que foi por onde comecei os meus estudos
e minha atuação profissional, afinal ninguém faz uma faculdade de Medicina Veterinária impunemente.

. Homeopatia   
https://mthamaral.com.br/mth/areas/saudeedoenca/homeopatia/

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. Gestão da Saúde ou Gestão da Doença
https://gestaodasaudemth.wordpress.com/

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. Apontamentos Agroecológicos
https://apontamentosagroecologicos.wordpress.com/

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4) Ciências

[Ciência tem a sua história.
A(s) ciência(s) têm a sua(s) história(s).]

https://mthamaral.com.br/mth/areas/ciencia/ 

[“ciência e tecnologia e o que constroi suas histórias”]

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5) Arte e Cultura
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[“arte e cultura : essencial”]

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  • – – Áreas de atução acessórias

6) Aprendizagem e ensino

[“transmitir/trocar/experimentar/simbolizar informações”]

[somos todos eternos aprendentes: meu olhar]

Somos todos aprendizes e aprendentes.
E eu sei que uma das características do ser humano é aprender sempre, seja qual for sua idade.

Mas meu olhar, apesar de meus 50 e tantos anos, sempre será o de “aprendiz e aprendente” e é com este olhar que vejo o panorama da educação, do ensino, da escola, da aprendizagem, e em última análise, da informação e do conhecimento, e seus fluxos.

Embora eu queira perder um tipo de olhar de “aluna” que relaciono à passividade e a falta de decisão sobre o que eu quero estudar.

A prendizagem em geral me interessa muito e a minha questão principal [meu foco] é como os fluxos de informação de conhecimento são transmitidos/observados/formados/apreendidos e se transformam em sabedoria.
E como isto funciona/deveria funcionar em comunidades e grupos, juntamente com seus contextos.


  • – – Áreas de atução acessórias

7) Redes e seus fluxos

[“tudo funciona em rede. E em redes de redes. E em redes de redes de redes de…”]

O tema ‘redes’ começou a aparecer em minha vida em meados de 2008, quando descobri a Escola de Redes, do Augusto de Franco.

O que descobri/apreendi por lá mudou minha visão sobre a informação e seus fluxos. E sobre muita coisa mais.

Mais detalhadamente:

Quando em 2000 entrei no mestrado em História da Ciência na PUC-SP, e depois no meu doutorado (2006-2009, também na PUC-SP), a semiótica adentrou nas minhas questões sobre a “informação” de maneira superficial, mas fortemente atrelada ao ser vivo e a biologia, pois tanto meu mestrado quanto meu doutorado foram baseados em obras e autores que pensavam a matéria bruta e matéria viva (ou seja, com um forte viés de física, filosofia natural, medicina, biologia e cia).
Foi aqui que minhas questões sobre o ser vivo (da Medicina Veterinária e da Homeopatia) encontraram minhas questões das redes, da informação e do conhecimento.

Mas a minha entrada na Escola de Redes em final de 2008 me ‘jogou’ no mundo das redes e de suas de topografias e topologias.

E assim minha visão de ser vivo se transformou.

E também minha visão de tráfego, gestão e curadoria de informações.

E minha visão de comunidades, gestão, curadoria de grupos de pessoas, idem.

E também minha visão sobre redes sociais (digitais ou não) e midias sociais digitais mudou radicalmente.

O que culminou no blog “O que fazer com a Informação” que criei em 2011, mas que agora está inativo e com conteúdos relacionados serão publicados no site “O Vital da Ciência” e outros.
(http://minhainformacao.wordpress.com/)

E no blog Convivência Glocal, que embora também esteja inativos, é coloquei sobre minha visão de redes (ainda que fortemente influenciada pelo Lab E=R, também do Augusto de Franco)
(http://convivenciaglocal.wordpress.com/)


  • – – Áreas de atução acessórias

8) A Informação

[“a informação: memes”]

[dado, informação, conhecimento e… sabedoria]

Este tema/área de atuação está fortemente ligado ao anterior, Redes, mas ele também entrou na minha vida por uma abordagem um pouco diferente e veio por dois caminhos.

O tema ‘informação’ começou a se destacar para mim quando em meados de 2000 descobri a pesquisa básica em Homeopatia e seus pesquisadores.

Mas ele já tinha dado o “ar de sua graça” quando construí em 1998 meu site de Homeopatia, “Homeopatia e Cia”, em HTML, complementado pelo fato de que desde o final dos anos 90 sou heavy user de Internet e WEB.

Para mim a ‘informação’ que estava contida no medicamento homeopático e a linguagem HTML fizeram muito sentido juntas.
Ainda mais pela diferenciação entre sistemas dinamizados (só o preparado) e medicamentos homeopáticos (o preparado agindo no corpo de um ser vivo) que foi muito significativa para mim nesta época.

Foi uma metáfora muito forte para mim do HTML. Ou vice-versa.

Quando em 2000 entrei no mestrado em História da Ciência na PUC-SP, e depois no meu doutorado (2006-2009, na PUC-SP), a semiótica (as questões de significação) também adentrou nas minhas questões sobre a “informação”, ainda que de uma maneira superficial, mas atrelada ao meus modelos de ser vivo e na biologia,pois tanto meu mestrado quanto meu doutorado foram baseados em obras e autores que pensavam a matéria bruta e
matéria viva.

O que culminou no blog “O que fazer com a Informação” que criei em 2011, mas que agora está inativo e com conteúdos relacionados serão publicados no site “O Vital da Ciência” e outros.
(http://minhainformacao.wordpress.com/)

E no blog “O Vital Da Ciência“, porque para mim Informação é uma das interfaces de ciência. E de tecnologia.
http://www.vitaldaciencia.com.br/vital


  • – – Áreas de atução acessórias

9) Outros

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comportamento
site com uma visão de maria thereza do amaral sobre comportamento animal e etologia.
http://www.homeopatiaveterinaria.com.br/compor.htm

bioética
site com uma visão de maria thereza do amaral sobre bioética.
http://www.homeopatiaveterinaria.com.br/bioetica.htm

veterinária profissionais
site sobre veterinária para profissionais veterinários.
http://www.homeopatiaveterinaria.com.br/veterina1.htm

veterinária usuários
site sobre veterinária para leigos, para não veterinários.
http://www.homeopatiaveterinaria.com.br/leigos.htm

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Maria Thereza do Amaral
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*Laboratório de experimentação em comunidades complexas regenerativas – LECORE*

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|Pessoa e netweaver em www.mthamaral.com.br  |

|Consultoria e assessoria, curadora e sensibilizadora em www.mthamaralconsultoria.com.br |

|Experimentadora e pesquisadora em LECORE – lecorelaboratorio.wordpress.com/  
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Email: mariathereza.amaral@gmail.com

Whatsapp:  maria thereza do amaral

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netweaver … pesquisadora independente [doutora em História da Ciência (PUC-SP)] … homeopata veterinária

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