Gratidão, gratitude e compaixão

Sobre gratidão, gratitude, felicidade e vulnerabilidade, dois ‘talks’ (falas) do TEDx que são muito bons separados, mas tem uma complementariedade surpreendente (ou não).

Mas antes comento algumas coisas.

Ser grato e estar agradecido não são o mesmo.
Enquanto para o primeiro se aplica a gratitude, ao segundo fica a gratidão.

Estar agradecido seria o ato de reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor etc.[1]

Enquanto ser grato seria um reconhecimento, abrangente, das situações e dádivas que a vida lhe proporcionou e ainda proporciona. [2]

Estou em fase de pensar forte a gratidão e gratitude como o passo seguinte ao amor fraternal e à misericórdia.

E fazendo um mergulho em saber o que é estar em estado de compaixão.
E em o que é ser um ser com compaixão.

Ser e estar.

Mas para que aconteça este mergulho, antes se tem de aprender a ser vulnerável de uma maneira saudável, sem abusar do outro e sem que se permita ser abusado.

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A primeira fala seria de Brené Brown, “The power of vulnerability”. [3]

A segunda seria a fala de David Steindl-Rast, “Want to be happy? Be grateful”.[4]


[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Gratid%C3%A3o

[2] http://pt.wikipedia.org/wiki/Gratid%C3%A3o

[3] https://www.ted.com/talks/brene_brown_on_vulnerability

[4] http://www.ted.com/talks/david_steindl_rast_want_to_be_happy_be_grateful

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